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Cobrança de Pessoa Jurídica: quais são as melhores práticas?

Cobrança de Pessoa Jurídica: quais são as melhores práticas?

Quem atua no mercado empresarial sabe bem: vender, invariavelmente, é uma atividade que envolve riscos. Sabemos que é possível antecipar alguns deles e, assim, desenvolver medidas para evitar situações que podem comprometer a saúde financeira do seu negócio, a exemplo da temida inadimplência.

Neste contexto, estabelecer uma política de crédito consistente é uma das principais cautelas que a empresa deve adotar para tornar o processo de vendas mais transparente, organizado e seguro. Itens como a análise de crédito, avaliação do histórico e desempenho financeiro do cliente no mercado são a base para uma concessão de crédito eficiente.

Contudo, mesmo tomando todas as precauções, pode acontecer de uma ou outra empresa-cliente se tornar inadimplente — o que não significa que a sua política de crédito tenha falhado. Nessa situação, dá-se início a etapa de recuperação do crédito a partir da cobrança.

A sua empresa tem cobrado de forma eficaz? Quer saber como melhorar o processo de cobrança de pessoa jurídica?

O post de hoje pode ajudar. Continue a leitura e confira algumas das melhores práticas para essa finalidade.

Confira!

Conheça os limites legais referentes a cobrança

A sua empresa tem todo direito de cobrar do cliente insolvente, porém, existem limites para isso. Desrespeitar a legislação atinente à cobrança de débitos pode ser uma atitude prejudicial ao processo de recuperação do crédito, afinal, o cliente pode se sentir constrangido e começar a dificultar os contatos.

Em se tratando de relação de consumo, mesmo que entre empresas, a legislação aplicável é o Código de Defesa do Consumidor. Sendo assim, o próprio código veda qualquer tipo de cobrança que exponha o devedor ao ridículo, constranja ou o ameace.

Se apoie na tecnologia para otimizar o controle dos seus créditos

O processo de cobrança demanda uma boa organização quanto às informações do cliente e dos seus débitos. Nesse aspecto, a tecnologia pode ser um elemento interessante para tornar os procedimentos de cobrança mais eficiente.

Por exemplo, é possível mapear os clientes em débito, avaliando os perfis de cada um, o valor da dívida e o seu tempo. Assim, é possível personalizar o modo de abordagem para a cobrança, buscando sempre flexibilizar e entender as razões para o ocorrido.

Muitas vezes, um bom cliente pode se tornar insolvente por um caso fortuito, o que não significa que seja um mau pagador. Mas isso você só poderá saber se avaliar o histórico de transações com a sua empresa com ajuda da tecnologia.

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Faça do diálogo o primeiro e principal instrumento de negociação

O diálogo, sem dúvida, é um dos principais meios de resolução de problemas e, quando se trata da cobrança de dívidas, ele pode ser a melhor estratégia.

Ouvir, avaliar e buscar entender as causas da inadimplência de um cliente é essencial para uma recuperação de crédito rápida e menos prejudicial ao seu negócio. Como dito, nem sempre são os maus clientes que se tornam insolventes, os bons também podem passar por dificuldades. Sendo assim, esteja disposto a dialogar com o seu credor e em ajudá-lo a sair da condição de devedor. Afinal, esse é um interesse comum aos envolvidos.

Estabeleça limites para as negociações

Com o apoio da tecnologia, após o levantamento das informações do cliente e da dívida, a sua empresa pode traçar um panorama de negociação com a empresa-cliente devedora. Dependo da situação e das informações obtidas é possível ajustar o nível de flexibilidade para a cobrança. Por exemplo, pode-se flexibilizar o prazo de pagamento, conceder descontos e até aceitar alguma contraproposta do devedor.

Ao estabelecer um diálogo transparente e se apoiar em dados concretos obtidos com ajuda da tecnologia, a sua empresa pode negociar com uma margem de segurança maior, ofertar condições mais interessantes e, assim, recuperar o crédito.

Por fim, a cobrança de pessoa jurídica é um processo de sensível e que deve ser feito com total respeito e cautela. Além disso, vale lembrar que as dicas listadas devem sempre anteceder qualquer tipo de solução judicial. As negociações extrajudiciais, quando bem realizadas, podem poupar tempo, dinheiro e desgaste entre a sua empresa e a empresa-cliente. Pense nisso!

Adote as dicas citadas nesse post e melhore esse quesito na sua empresa!

Veja abaixo o que preparamos para você entender as suas necessidades e ter o que há de melhor no seu negócio!

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Até mais!

Simone Silvano

Deps – Além da análise de crédito

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DPO: Simone Silvano