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Saiba mais sobre a importância da integração e proatividade entre os setores financeiro e comercial

Saiba mais sobre a importância da integração e proatividade entre os setores financeiro e comercial

Saiba mais sobre a importância da integração e proatividade entre os setores financeiro e comercial O objetivo principal de qualquer empresa é basicamente o de garantir o lucro, a rentabilidade e a perenidade ao longo dos anos. Por isso, podemos afirmar que as vendas são a razão dos negócios.

Com as vendas, a empresa faz circular suas mercadorias ou serviços, gerando receitas não só para arcar com as várias despesas, garantindo a continuidade das operações, mas também para expandir o próprio negócio – que é, afinal de contas, o que todo empresário deseja.

Podemos, assim, afirmar que em grande parte é a performance do setor comercial que determina os rumos de uma organização. É esse setor o responsável pela captação de clientes e pelas negociações que poderão levar ao fechamento da venda e à entrada de dinheiro no caixa.

Repare que no parágrafo anterior utilizamos a expressão “em grande parte” quando nos referimos à importância do setor comercial. De fato, tal setor é, sim, fundamental para a saúde de um negócio – afinal, sem vendas, a empresa deixa de pagar as despesas e de produzir lucro e, mais cedo ou mais tarde, vai à falência. Mas os vendedores não trabalham sozinhos – ou melhor: sozinhos eles não podem garantir a perenidade de uma organização.

Isso porque qualquer negócio precisa gerenciar o dinheiro que entra. “Gerenciar o dinheiro que entra” envolve ações básicas, mas fundamentais para a existência de uma empresa: decidir com quem é seguro e vantajoso fazer negócios, pagar os custos administrativos e aqueles gerados pelas próprias operações de vendas, contabilizar os recursos que sobram, alocar esses recursos e decidir onde investir mais dinheiro.

Falamos, é claro, do setor financeiro. Em suma, ele atua como o gestor do capital gerado pelo departamento de vendas. Mas qual desses dois setores é mais importante?

Vamos conferir?

Você pode estar se perguntando. A resposta é: nenhum. A relação aqui não é de hierarquia, mas de simbiose: uma associação harmônica e de longo prazo, que potencialmente gera benefícios para ambos os envolvidos.

Sem as vendas, o setor financeiro não existiria; mas um setor financeiro ineficiente ou mal gerenciado, comprometeria rapidamente a própria existência do setor de vendas e, consequentemente, da empresa.

Como, então, obter essa “associação harmônica” entre esses dois setores tão importantes?

No post de hoje, trazemos a resposta a essa pergunta, abordando um tema que não poderia estar mais na ordem do dia: a gestão empresarial integrada.

Continue a leitura e conheça ações e dicas para melhorar a articulação entre duas das áreas mais importantes da estrutura da sua empresa.

Setor comercial e setor financeiro: ações para uma gestão empresarial integrada

 Já vimos que, para atingir o almejado sucesso, o setor comercial e o setor financeiro devem trabalhar em perfeita harmonia. O objetivo das vendas é gerar capital para a empresa; o objetivo do financeiro é otimizar esse capital, fazendo-o gerar ainda mais resultados.

Repare que o setor comercial fica impossibilitado de gerar resultados positivos para a empresa, se o faturamento das vendas for maior do que os custos – a empresa precisa conhecer os seus gastos para estabelecer os valores de venda de um produto. Além disso, precisa gerir os riscos de forma responsável e decidir com quem é seguro fazer negócios.

Mas, como já adiantamos, se comercial não vai bem, o financeiro deixa de ter recursos para gerenciar.

Que estratégias podem, então, fomentar a colaboração entre esses setores?

Conhecer bem o negócio

 O primeiro passo para uma gestão integrada e harmônica entre setores tão diferentes quanto o comercial e o financeiro é conhecer bem o negócio.

Por “conhecer bem o negócio”, queremos dizer que cada detalhe – as queixas, as necessidades e os problemas de cada setor, o histórico de vendas, os custos das operações, os gargalos, as metas traçadas. Depois dessa primeira etapa de autoconhecimento é que podemos prosseguir.

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Planejar

Em muitas empresas que trabalham de forma desalinhada, é comum ouvir queixas por parte do setor financeiro de que o setor de vendas gasta demais. Este, por sua vez, queixa-se de que aquele boicota as suas ações de marketing e, com isso, dificulta os negócios.

Da ação anterior, veio o conhecimento dessas queixas. Para ultrapassar esse descompasso, é necessário planejar – mas de forma conjunta. Isso pode ser feito a cada semana, mês, trimestre ou semestre. Em reuniões entre ambos os setores, os gestores devem definir as metas, as ações prioritárias para alcançar tais metas e os investimentos que serão precisos para isso. Nesse projeto conjunto, deve ficar bem claro quais são as atribuições de cada setor.

Dependendo dos desenvolvimentos, é claro que as ações planejadas podem ser revistas e ajustadas. Mas se a empresa trabalha com esse planejamento conjunto, as chances de eliminar os “ruídos” entre os dois setores são muito maiores – ambos têm a oportunidade de conhecer as necessidades e os argumentos dos colegas e, assim, acordar ações que ambos entendem como necessárias.

Investir em comunicação

Na execução das ações, é fundamental que os setores saibam o que está acontecendo. O problema é que, quanto maior for a empresa, mais difícil tende a ser a comunicação entre os setores.

A principal preocupação deve ser a de que a empresa não se fie apenas na comunicação informal, a famosa “rádio corredor”. É preciso desenvolver estratégias de comunicação mais formais e centralizadas para garantir uma circulação eficaz e ágil das informações.

Por exemplo, imagine que um gestor de vendas identifica a necessidade de investir em um treinamento específico para a sua equipe. A comunicação dessa necessidade deve ser feita por e-mail, por telefone, por Whatsapp? Quanto tempo poderá o setor financeiro demorar para liberar os recursos? O ideal é que essas regras, que muitas vezes são tácitas, sejam tornadas explícitas.

Mesmo se a cultura organizacional privilegiar a informalidade, é importante que alguns procedimentos sejam padronizados, porque isso garante mais organização e celeridade às atividades que envolvem mais de um setor.

Investir em treinamentos

Nós vivemos em um mundo individualista por natureza, que não privilegia a cooperação. Por isso, muitas vezes, os colaboradores têm dificuldade de trabalhar em equipes e de cooperar com equipes de diferentes setores.

Treinamentos são uma boa solução para mudar esse pendor isolacionista e fazer com que todos trabalhem de forma mais integrada. A capacitação pode mostrar as vantagens de se trabalhar dessa forma e apontar estratégias para que, na prática, a harmonia ocorra.

Investir em tecnologia

As soluções tecnológicas permitem total integração entre os setores. Hoje, é possível contar com sistemas que reúnem e organizam as informações e automatizam procedimentos que levariam muito tempo a ser executados, caso fossem realizados por seres humanos.

Por exemplo, pensamos na gestão de crédito. Sabemos que o setor de vendas quer sobretudo vender. Contudo, não é vantajoso fazer negócios com potenciais clientes inadimplentes – o que só gerará prejuízos para a empresa. Essa é uma legítima preocupação do setor financeiro.

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Uma forma de resolver essa postura conflitante entre esses dois setores é investir em ferramentas de análise de concessão de crédito, que automatizam todo o processo e dão muito mais agilidade e segurança às transações.

Isso permite diversificar a carteira com bons clientes e aumentar o faturamento, conduzindo ao objetivo que referimos da abertura deste artigo: o de garantir o lucro, a rentabilidade e a perenidade ao longo dos anos.

Quer levar essas soluções para a sua empresa e imprimir muito essa agilidade e segurança à cooperação entre os setores?

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Até mais!

Simone Silvano

Deps – Além da análise de crédito

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DPO: Simone Silvano