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Como diminuir os impactos da inadimplência na minha empresa?

Como diminuir os impactos da inadimplência na minha empresa?

As pequenas e médias empresas podem sofrer constantemente com os clientes que deixam de pagar e figuram em inadimplência por longos períodos.

Isso dificulta não só o equilíbrio nas finanças do negócio, mas também embaraça o bom relacionamento que é tão desejável com quem compra e negocia com você. Mas saiba: há alguns cuidados que a empresa pode tomar para evitar que isso aconteça!

Quer saber como fazer isso? Acompanhe as dicas do nosso post de hoje!

Quais são os perigos da inadimplência?

O principal impacto da inadimplência na vida financeira de uma empresa é o desequilíbrio que essa situação ocasiona. Isso porque a empresa deixa de receber todos os pagamentos que esperava na data em que estava preparada para recebê-los.

Por esse motivo, a concessão de créditos ou a tomada de empréstimos não é incomum. Um grande descontrole nos recebimentos de clientes tem o potencial de causar um rombo no orçamento de um negócio, sobretudo ao lidar com clientes que descumprem as prestações por muito tempo.

É claro que toda empresa opera tendo custos e ganhos todo mês. Por isso, desequilibrar essa balança — tendo contas a pagar, mas não recebendo os dividendos de clientes da forma adequada e esperada — pode ser muito perigoso para a vida de um estabelecimento.

Como evitar os impactos da inadimplência no seu negócio?

Existem boas sugestões que podem ser seguidas por quem deseja evitar questões graves com clientes inadimplentes. Veja algumas dicas para adotar desde já:

Crie uma política de cobrança

Ter uma política de cobrança eficiente é peça-chave para profissionais que procuram diminuir os impactos da inadimplência. Ela consiste, basicamente, na implementação de uma estratégia de abordagem para aqueles clientes que estão com parcelas atrasadas.

Além disso, a política de cobrança também prevê ações certeiras que inibam aquele descumprimento.

Para ter uma boa política de cobrança, o primeiro passo a se tomar é pensar na concessão de crédito. Antes de conceder crédito a uma empresa, é conveniente fazer uma apropriada análise de sua situação financeira e de sua reputação no mercado.

Assim, você saberá qual o histórico financeiro da pessoa jurídica com quem está lidando. Para tanto, consulte órgãos específicos, como Boa Vista e Serasa.

Com essas informações em mãos, você entenderá qual é o risco daquela empresa, bem como qual será o limite de crédito oferecido.

Tenha controle dos pagamentos recebidos

Pensar em como o seu negócio fará o controle de recebimentos dos clientes é de extrema importância. A melhor tática é montar uma planilha semanal com os valores pagos — além daqueles a receber.

Dessa forma, sua empresa poderá se manter a par daqueles clientes que estão com os pagamentos em dia, bem como daqueles que começaram a ter problemas com pagamentos.

Saiba como abordar seus clientes inadimplentes

Uma boa forma de diminuir os impactos da inadimplência é abraçando estratégias cordiais e regulares de como abordar os clientes inadimplentes. O ideal é que esse contato com o cliente seja constante.

Caso algum pagamento esteja atrasado, ofereça oportunidades para que ele consiga quitar pelo menos parte de sua dívida. Lembre-se que a grande maioria de seus clientes não está provavelmente inadimplente porque quer.

Ao apresentar melhores acordos, eles tenderão a cumpri-los. Consequentemente, sua empresa também terá uma melhor arrecadação.

Considere a suspensão de serviços

Nenhuma empresa gosta de suspender os serviços prestados para outras. No entanto, em alguns casos de inadimplência, essa pode ser a melhor saída — caso contrário, seu negócio terá ainda mais prejuízo.

Por essa razão, estabeleça qual é o prazo máximo de inadimplência antes da suspensão total ou parcial de seus serviços, e deixe essa informação clara, tanto para os outros funcionários de sua firma, quanto para o cliente.

Quando o cliente colocar em dia suas contas, os serviços voltarão à sua rotina normal — e isso é o que você mais deseja, certo?

Análise de crédito em tempos de crise

 

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